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Ela dá-se em grupos de produção, onde circulam em contra-corrente os gases com cloro e uma lixívia de soda cáustica.
A solução de soda cáustica circula em circuito fechado entre um reservatório (reservatório de produção) e o respectivo “scrubber”, com enchimento de anéis, fixando o cloro e enriquecendo-se progressivamente em hipoclorito de sódio.
O calor da reacção é removido por meio de arrefecimento com água do circuito fechado das torres de arrefecimento.
Os gases inertes, já isentos de cloro, atravessam ainda um outro grupo (chamado grupo de segurança), também com circulação permanente de lixívia cáustica, lixívia esta que está sempre nas melhores condições de absorção do cloro, com o fim de garantir a eliminação total de quaisquer vestígios de cloro eventualmente provenientes do grupo de produção. Para confirmar os valores de cloro do gás à saída do processo, temos, em contínuo, um detector de cloro.
Todo o processo é controlado, em contínuo a partir de uma sala, sendo seguidos todos os parâmetros críticos do processo.
Toda a instalação trabalha em depressão, criada por ventiladores que fazem a necessária aspiração.
O hipoclorito acabado vai para os reservatórios de armazenagem, para depois ser embalado.
A unidade de hipoclorito de sódio tem ainda uma finalidade importante, pois constitui mais uma instalação de segurança, permitindo absorver todo e qualquer cloro presente em efluentes gasosos provenientes de outras fabricações e, em caso de qualquer problema, absorver o cloro residual existente no processo, garantindo que não existe qualquer fuga para o exterior.
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